Out 25

Um senhor encontrou um problema no seu video-jogo de golfe (Tiger Woods PGA Tour) e colocou um vídeo no YouTube a ilustrar a coisa:

Quem fez o jogo foi a EA Sports e na EA Sports, há mentes brilhantes que dão respostas brilhantes no YouTube:

Estou rendido. Estes senhores são grandes.

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Out 23

O râguebi.

Há desses desportos que advogam a virilidade, que reivindicam a heterossexualidade, que recusam a chafurdarem-se nos meandros enlameados do contacto carnal entre os homens. O râguebi não está ao número desses e quer-se, ao contrário, o porta-estandarte dos desportos de maricas.
O ténis erradicou há muitos anos, por exemplo, o problema da homossexualidade impondo a separação dos adversários por um entrelaçado de redes flexível. Os boxistas equiparam-se de luvas muito espessas afim de evitar o contacto físico directo durante os seus jogos de segura-aqui-a-minha-barbinha. O futebol instaurou, quanto a ele, um sistema muito eficaz para cortar curto os problemas de apalpadelas, seja pela implementação de novas regras estritas ou pela formação dos próprios atletas. Encontramos muito regularmente os treinadores aliás, a repetir aos seus jogadores “que não somos nenhuns maricas” e estes nunca se esquecem de colapsar, como que fulminados pela vergonha, ao menor contacto por um outro homem. Não é raro ver as vítimas de tais encostos ao nível do joelho rolarem-se depois na relva afim de se lavarem desse sacrilégio e depois suplicarem pela intervenção de um bruxo que aplicará na parte do corpo tornada impura um pouco de “bomba mágica”. Depois, por segurança, o imprecador culpado ver-se-á infligido um cartão vermelho obrigando-o a ir tomar o duche antes dos outros.
Sim mas aí está, as instâncias do râguebi recusam-se a admitir que o amor entre os homens é uma heresia e no final temos um desporto de dádás no qual os ingleses são campeões do mundo.

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Out 23

Não sei se os créditos lhe pertencem, mas vi no blogue do meu amigo Samuel Úria o melhor cartaz promocional de sempre. Faça-se vénia.

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Out 16

Quando o amigo Paulo Pedro vier colar-se à tua perna durante uma hora para tentar explicar quão bem o novo cano de escape do seu Citroen combina com as suas jantes de fibra de carbono, não hesites em sacar da réplica em consequência: “Falarei disso ao meu cavalo”.

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Out 12

Estou a lembrar-me agora de um dia que passei há uns meses na quinta de um amigo meu. Estava prevista uma tarde de convívio, com posterior jantar e já pela noite, uma tertúlia debaixo do céu estrelado. Durante a tarde, as actividades lúdicas passaram por tiro ao alvo com arco e setas, futebol e… tiro ao alvo com pressão de ar às rãs que alegremente e a bom som saltitavam no pequeno lago artificial. Eramos uns cinco ou seis e acertámos em pelo menos uma rã cada um. À noite, na tertúlia, qual foi o tema que o orador tinha para partilhar connosco? A criação de Deus, pois claro. Fiquei cá com uma bolinha no estômago que nem vos conto.

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Out 12

Dou notícias. Das cinco pessoas e meia que lêm este humilde trapo, já duas manifestaram desagrado por ver que tenho deixado isto às moscas. É compreensível, tendo em conta que realmente a pachorra para aqui escrever tem sido pouca. E isto até é irónico porque o mundo é vasto. Quero com isto dizer que o planeta tem qualquer coisa como 40 mil quilómetros de circunferência na linha do Equador, que há aproximadamente (doce eufemismo) 6,6 mil milhões de habitantes nesta Terra e logicamente um sem número de pontos de interesse diferentes. Quero com isto dizer que com tanto espaço na Terra, com tanta gente e com tantos assuntos, parece incrível e até patético eu não ter nada para aqui dizer. Mas é verdade, é isso que acontece. Mas vou tentar ser mais incisivo. No Verão que há pouco acabou, por exemplo, passei três dias completos de férias em Vieira de Lieira, que, diga-se de passagem, foram as minhas únicas férias neste período estival de dois mil e oito, onde eu sinceramente consegui recuperar dos 362 restantes dias do ano. A parte chata é que nos dias seguintes aconteceram coisas menos agradáveis e passei de um oposto de felicidade ao outro, mas esses foram três dias maravilhosos. No início de Setembro um amigo casou e, antes disso, a gente organizou-lhe a despedida de solteiro. Só digo que oito gajos investiram uma quantia comum de 5 euros e no final da noite os lucros foram de 400%. Nada mau. Por outro lado, é preciso dizer que a verdadeira despedida de solteiro, aquela que rebenta com as vias respiratórias e digestivas dum gajo, só teve lugar uns dias depois. Improvisada, claro. Vi coisas que as pseudo-bandas de pop actuais invejariam se soubessem. E por cá me fico. Aproveito ainda para trazer à baila aquele assunto tão badalado nos últimos dias, onde os gays… perdão, os homossexuais, vieram à rua reinvidicar os seus direitos como, hum, casais?! Desconfio que essa gente toda veio manifestar para a rua de écharpezinha para não apanhar constipaçõezinhas. Não é verdade? Não há muito mais a dizer: que eu saiba o Livro dos Livros só prevê relacionamentos entre rapaz e rapariga, logo o ponto final está posto. Por falar em constipações… na semana passada apanhei uma valente gripe que me pregou à cama, coisa que eu já suspeito ser recorrente por esta altura todos os anos. Não há nada a fazer. Nauseas, dores de cabeça, tosse em quantidade e quilos de lenços usados. Pois não, não há nada a fazer. Por hoje acho que vou ficar por aqui, neste momento estou a ouvir a tal nova bolacha lançada agora pelos meus amigos Os Pontos Negros. E de facto, 80% das segundas vozes desse disco só podem ser ouvidas no carro do Tiago Guillul.

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Out 7

« Ciosos da sua música e do seu valor, Os Pontos Negros foram convidados a incluir um tema na banda sonora da série ‘Morangos com Açúcar’, mas recusaram: “Achámos que o nosso trabalho não estava a ser respeitado. Não queiram oferecer contrapartidas nenhumas. Era como se um clube contratasse um jogador e a contrapartida que lhe davam era a ‘honra’ de vestir a camisola”, disse Jónatas. Segundo o guitarrista, “os ‘Morangos’ não são uma série com que nos identifiquemos, mesmo com os valores que são transmitidos”, justificou. »

Aqui

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Out 2

Já há blog oficial, carago!

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Set 26

Hoje, meus caros Escorpiões (funciona também para os Sagitários), irão estar apaixonados. À hora de almoço vão ter fome, e logo à noite, irão dormir. Cuidado no entanto com as poças de água, porque se passarem em cima delas, irão ter os pés molhados.

Isto é 100% garantido. Vão por mim. Amanhã publico aqui o NIB da minha conta bancária.

Facepalm

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Set 26

Não foi ontem, foi na outra quarta. Retomámos o velho hábito das sessões de cinema da meia-noite. Eramos cinco e as opções eram poucas, mas um de nós estava decididíssimo a ver a Viagem ao Centro da Terra, em 3D com umas lunetas chispêtêó. Não é que tenha alguma coisa contra filmes em 3D, mas a Viagem ao Centro da Terra não é filme que capte a minha atenção, ainda para mais quando o bilhete custa mais um euro e meio. Enfim, depois de muita luta, o grupo separou-se. Nada de novo, estamos sempre a fazer isso. Dois lá foram ver essa coisa em três dimensões (ouvi dizer posteriormente que apanharam uns cagaços com os efeitos) e os outros três, grupo no qual me incluo, foi ver um… digamos… hum… aquilo que muita gente qualificou de filme do Verão. Filme habitualmente para gajas, com muito amor, muitas mariquices e ainda para mais… um musical. Exactamente. Mamma Mia. Meus amigos, digam o que disserem, o filme está engraçado e vê-se muito bem. Quanto mais não fosse valeria sempre a pena pela beleza da Amanda Seyfried. Tem cá uns olhos! Enfim, foi uma boa sessão de cinema.

Em jeito de conclusão, quero só lamentar que os senhores da ZON Lusomundo (decididamente já são muitas referências a estes senhores) tenham tido a brilhante ideia de só fazer sessões da tarde do WALL-E!

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