Jul 16

Encerramos para férias. Prolongadas.

Se quiserem acompanhar as minhas peripécias diárias, sigam este linque.
Se quiserem acompanhar as minhas manias fotográficas, agora só muito esporádicas, sigam este outro.
Se quiserem acompanhar-me pela via instantânea, deixem aqui um comentário e a gente trocará eventualmente e-mails.
Se quiserem acompanhar-me, passo a passo, literalmente, e conhecer-me melhor, venham até Viseu e depois a gente há-de arranjar maneira de se encontrar.
Daqui, deste blogue, não vão tirar rigorosamente mais nada nos próximos tempos. Timings indeterminados.

Hasta, estou farto disto.

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Jul 4

O que aconteceu de mais marcante na sociedade desde que eu fechei a boca a esta tasca foi a cena engraçada, embora preocupante, do Manuel Pinho, e a morte do rei do pop. Em relação ao primeiro, o que é que se há-de dizer? Fez uns corninhos para a assembleia e foi demitido, é uma bonecada, mas nada de novo, é a política no seu estado mais normal. End of the story. Já em relação ao segundo também se pode falar em “end of the story”. Acabou mesmo ali. Nunca fui grande fã do Michael Jackson, porque nunca fui grande fã de dança e de pop. No entanto reconheço-lhe alguns “hinos” e admito que tenha marcado gerações. Será para sempre recordado como o rei da pop que alterou o seu visual por preconceito. Michael Jackson morreu e morreu uma lenda. Ainda assim para mim tinha mais pinta quando era preto.

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Jul 4

Apercebo-me de que não sintetizei absolutamente nada.

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Jul 4
Oi.

Sintetizando, apercebo-me de que aquilo que me ocupava os pensamentos de há uns meses para cá não desapareceu ultimamente. Comecei a sentir que tudo estava a desaparecer, criando em mim a ilusão de que finalmente (para o bem ou para o mal), me havia liberto. Mas não… apercebo-me agora, após uns tempos, que não, que nada desapareceu e apenas estava adormecido dentro de mim. Já nem me lembrava que isto provocava ânsia em mim, e no entanto… Num convívio com dois amigos, ontem à noite, um dizia “Epá, tu hoje até estás mais bem disposto, olha-me esse sorriso na cara”. Sorriso que eu por acaso nem tinha. E tentei desviar a conversa, embora sim, há coisas que me deixam bem disposto.

C’est la vie.

Para aqueles que estiveram a ler isto, posso estar enganado mas eu ainda não me lembro de ter colocado uma entrada paga aqui. Estão cá porque querem. E eu agradeço.

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Jun 22

Como sabem, a minha vida, nos últimos tempos não tem andado muito be… calma aí! Mas desde quando é que eu tenho que me justificar? Vamos mas é ao que interessa: por motivos vários a promoção da coisa não chegou a esta modesta tasca. Falo da “mini-digressão” que os grandes Samuel Úria, Filipe Sousa e Miguel Sousa deram na Beira Alta. Foi este fim de semana e foi em Viseu, em Oliveira de Frades e em São Pedro do Sul. Foi uma categoria de digressão, vejam. Em vez de dizer aqui grandes disparates cheios de emoção, transcrevo o sentir oficial do Miguel Sousa, publicado pelo próprio há instantes, nessa maravilhosa ferramenta que é o Facebook:

« Pelas beiras I: Três concertos em 3 dias; Muitos discos vendidos; Queijo da Serra ao pequeno-almoço; Levar a família ajuda; Hospitalidade viseense está no sangue; No IPJ de Viseu, o que teve mais pessoas; Em Oliveira de Frades, o melhor concerto, som e ambiente; Em São Pedro do Sul, uma das salas mais bonitas em que tocámos, ever. (forget Belém Clube). »

Em jeito de conclusão, fica aqui um cheirinho videofónico de “Leva o Meu Espírito”, a nova enorme malha do Lipe; e do clássico “Eram Três”, por Miguel Sousa, interpretados na noite de Sábado, em Oliveira de Frades.

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Jun 12

Pá… em que mundo é que vivemos???

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Jun 9

Que tal como muita e boa outra gente, estou também no Facebook desde há umas semanas a esta parte. A grande vantagem daquilo é que là posso dizer qualquer coisa sem grande jeito várias vezes ao dia. É o diário no seu estado mais cândido.

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Jun 8

A partir de agora tenho 340 milhões de razões para ter legitimidade para criticar a direcção do Sporting caso esta borre a pintura nos próximos quatro anos. Cheira-me que pedir um livro de reclamações não basta. Não sou apologista daquela velha ideia cheia de boa educação e de bom senso que diz que “foi eleito democraticamente, logo deves apoiá-lo”. Foi eleito democraticamente, lá isso foi, porque os números falam por si. Mas eu não o vou apoiar. A minha participação activa vai limitar-se a regozijo interior nos dias de vitória e explosão de alegria momentânea no momento da conquista de um hipotético campeonato. Menos que isso e serei a pessoa mais monótona do mundo no que toca a Sportinguismo. Votaram neles, agora aguentem com eles.

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Jun 3

Mas agora tenho certezas. Até porque as hipóteses não são muitas. São duas. Uma com ideias, a outra sem ideias e que se refugia nas ideias actuais. Infelizmente não sou sócio, mas se fosse sócio, no dia 5 iria votar em Paulo Pereira Cristovão nas eleições do Sporting Clube de Portugal. Prova de que tem ideias e acima de tudo os pés bem assentes no chão é esta entrevista.

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Jun 1

Sou o único a achar que o computador portátil “Magalhães” é uma autêntica palhaçada? É que nem é inovador nem sequer foi inventado por nós. Acabem com isto antes que seja tarde demais.

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