Nov 17

Há pouco dei comigo a dar uma voltinha nos arquivos deste blogue. Coisas que escrevi no passado, sabem? Eis a fraca condição deste blogue: não há nada para dizer e até se lê o antigamente com um fulgor quase que actualíssimo. Por favor, tirem-me deste filme.

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Nov 14

Peço desculpa pela demora, pela interrupção, pela falta de assiduidade, por estar calado, por não escrever. Mas tenho estado a comer castanhas.

P.S. - E fui ver o 007 Quantum of Solace.
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Nov 7

Um ano.

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Nov 6

Obama Shoes

Tiago, diz lá que não gostas?

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Nov 4

É um dia especial porque fazes anos, amiga. Que a felicidade continue a bater à tua porta. Parabéns, Selma. ;-)

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Out 30

Depois de uma dose extremamente exagerada vocês devem ter estranhado deixar de haver relatos cinematográficos assim sem mais nem menos aqui no blogue. Estranhado e pensado que por estes lados não fomos mais ao cinema. Mentira. Numa análise muito rápida, ficam a saber que nas últimas semanas vi o Destruir Depois de Ler, com os excelentíssimos George Clooney, Brad Pitt e John Malkovich. Sem esquecer também que é uma produção dos irmãos Cohen. A história é incrivelmente banal mas o humor que se tira dali vale tudo. Depois disso veio o Max Payne. Fui portanto ver a adaptação ao cinema dum jogo de consola ao qual nunca joguei. Gostei do filme, embora seja difícil captar a história à primeira. No fundo, é mais um daqueles blockbusters comerciais, mas não deixa de valer a pena. Entra lá a Nelly Furtado, mas é um facto que não merece grande realce.

WantedHoje. Epá, hoje, a incógnita era total e a surpresa tornou-se agradável. Deixem-me só dizer, antes de prosseguir, que já é tarde e eu quero ir dormir. E antes disso ainda vou comer qualquer coisa. Isto é para vocês verem o quanto vale a pena voltar aos relatos da 7ª Arte com este filme. Voltemos então ao que interessa. Dizia eu que a incógnita era total. Chegou-me aos ouvidos que estaria no cinema um tal de “Untraceable” (ou em português “Indetectável”). Chegou-me também aos ouvidos que seria um bom filme. E soou-me tudo bem. Lá fomos. E a verdade verdadinha é que entra directamente para o Top 5 dos filmes do ano, para mim. É verdade que vi bons filmes este ano e dificilmente consigo estabelecer um Top 5, pelo que estou apenas armado em parvo ao dizer que este entra lá de caras. Adiante. Parece-me, ao ver isto, que não há preço quando estamos empenhados em vingar alguém. Nem se olha a meios. E incrivelmente um simples computador ligado à Internet pode provocar muitos estragos. Nada de vírus e o camandro, que isso são coisas de meninas. Estragos sérios, tipo a morte. Mas tão implacável vingança teria que ter um fim mais tarde ou mais cedo. Pois. Se querem saber mais, tirem o rabo do sofá e vão até ao cinema, que eu também fui.

Este vai directamente para o Top 5 do ano. Ah, não, esqueçam. Já disse isso.

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Out 27

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Out 25

Um senhor encontrou um problema no seu video-jogo de golfe (Tiger Woods PGA Tour) e colocou um vídeo no YouTube a ilustrar a coisa:

Quem fez o jogo foi a EA Sports e na EA Sports, há mentes brilhantes que dão respostas brilhantes no YouTube:

Estou rendido. Estes senhores são grandes.

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Out 23

O râguebi.

Há desses desportos que advogam a virilidade, que reivindicam a heterossexualidade, que recusam a chafurdarem-se nos meandros enlameados do contacto carnal entre os homens. O râguebi não está ao número desses e quer-se, ao contrário, o porta-estandarte dos desportos de maricas.
O ténis erradicou há muitos anos, por exemplo, o problema da homossexualidade impondo a separação dos adversários por um entrelaçado de redes flexível. Os boxistas equiparam-se de luvas muito espessas afim de evitar o contacto físico directo durante os seus jogos de segura-aqui-a-minha-barbinha. O futebol instaurou, quanto a ele, um sistema muito eficaz para cortar curto os problemas de apalpadelas, seja pela implementação de novas regras estritas ou pela formação dos próprios atletas. Encontramos muito regularmente os treinadores aliás, a repetir aos seus jogadores “que não somos nenhuns maricas” e estes nunca se esquecem de colapsar, como que fulminados pela vergonha, ao menor contacto por um outro homem. Não é raro ver as vítimas de tais encostos ao nível do joelho rolarem-se depois na relva afim de se lavarem desse sacrilégio e depois suplicarem pela intervenção de um bruxo que aplicará na parte do corpo tornada impura um pouco de “bomba mágica”. Depois, por segurança, o imprecador culpado ver-se-á infligido um cartão vermelho obrigando-o a ir tomar o duche antes dos outros.
Sim mas aí está, as instâncias do râguebi recusam-se a admitir que o amor entre os homens é uma heresia e no final temos um desporto de dádás no qual os ingleses são campeões do mundo.

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Out 23

Não sei se os créditos lhe pertencem, mas vi no blogue do meu amigo Samuel Úria o melhor cartaz promocional de sempre. Faça-se vénia.

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