Samuel Úria coloca-se no exacto oposto de todos os artistas da história (vulgo pintores, diria eu). Aquela velha máxima que diz que a um artista só lhe é reconhecido o talento após a sua morte cai aqui por terra, e depois por água abaixo. Com “Ai o bom senso”, “Estêvão” e “Barbarella e Barba Rala”, Samuel Úria ia-me fazendo cair para o lado dando-me uma coisa má. Ele é o músico cujo talento lhe é reconhecido até pelas guitarras que vigorosamente agarra.
Qualidade em quantiade
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