O lápis queria mesmo ser anónimo.

Era uma vez um lápis sim senhor. Gostei da referência e permite-me dizer já agora que o meu sorriso nunca conseguirá rivalizar com o teu.
Quanto ao cerne da questão, reforço que o anonimato nesta altura é algo muito relativo. O lápis permanece anónimo, apesar de deixar umas notas de rodapé discretas aqui e ali para uns poucos tirarem nota. Uso da minha veia egocêntrica e vaidosa para afirmar que neste jogo há os privilegiados e os condenados. Considera-te como uma privilegiada que está condenada a saber quem sou, ao inverso da maior parte das pessoas que estão condenadas a não ter o privilégio de me conhecer. Confusa? Nevermind…

2 apontamentos

  1. Débora diz:

    Realmente… nunca conseguirá rivalizar com o meu poderoso e artilhado sorriso metálico, queres tu dizer! LOL

  2. Luís Alves Pinto diz:

    Esse teu sorriso metálico é temporário. Serve apenas de transição entre um sorriso fantástico e um sorriso ainda mais (espera-se) fantástico.

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