Sessão da meia-noite de quarta-feira. O filme era um daqueles que põe perante nós uma história aparentemente banal e já ultrabatida no cinema. Traficantes de droga com polícias a querer-lhes fazer a folha. Nada de novo. Renunciar à família para poder gozar a vida em toda a liberdade também não é novo e parece tentador. Numa família de polícias, gerir uma discoteca em Brooklin, ter uma bela namorada e ter uns bons relacionamentos no meio contribuem para isso. Aqui e ali lá se vai fechando os olhos a isto e aquilo. Até que a família a quem renunciámos e a vida rebelde que levamos se cruzam e tudo resulta numa grande embrulhada, com mortes à cabeça e cabeças a prémio. Mas os laços familiares falam sempre mais alto. Balearem o irmão e matarem o pai é que não. Não há traficante de droga que possa andar a passear de um lado para o outro sem que justiça seja feita. Afinal… não controlavam assim tanto a noite!
Nós (não) controlamos a noite
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