Amy Winehouse. É outra que eu não posso ver à frente. As músicas até que são aceitáveis (as duas ou três que ouvi na rádio, pelo menos) mas a postura que ela assume faz-me detestá-la ao mais alto ponto. Drogas e álcool… só falta o sexo, não?
Lia hoje de manhã numa revista ou num jornal qualquer um artigo onde a mãe dela dizia que estava preparada para a ver morrer daqui a um ano, tal é o degredo da sua vida. Bem, eu não vou tão longe, porque não desejo a morte de ninguém, mas sou bem capaz de dizer que também estou preparado para ver as cordas vocais dela rebentarem de uma vez por todas e ver a imprensa cor-de-rosa mundial ser atacada por uma epidemia generalizada de Alzheimer, de modo a esquecermos por completo que Amy Winehouse existe.
Estou a ser cruel? Ai se estou… até parece que vocês não se lembram de um dos propósitos deste blogue.