Não passa pela cabeça de ninguém fornecerem apenas uma ementa para uma mesa de onze pessoas esfomeadas e estando a cerca de uma hora dum concerto importante. Também é verdade que não passa pela cabeça de ninguém um cão poder conviver livre e alegremente no restaurante, vagueando por entre mesas e clientes. E no entanto foi tudo isso que aconteceu.
Contas desajustadas
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E para que restaurante foram? (Só para saber a qual não devo ir… lol)
26 Maio 2008 às 12:08Tu sabes qual foi, Marta. Se eu te disser… hum… “batidos e sucos” ?
26 Maio 2008 às 17:35O cão é o dono do restaurante. Herdou-o de um avôzinho que o tinha por única companhia e que exigiu que o cão permanecesse sempre, se assim fosse a sua vontade, dentro do estabelecimento. Qualquer tratamento indevido ao cão por parte dos empregados implica, legalmente, o seu despedimento automático. Por exemplo: se tropeçarem no cão, ainda que sem intenção, e se o cão ganir, devem tomar isso como ordem de saída. Por outro lado, se o cão abanar o rabo com cara de quem quer brincar, devem imediatamente tirar o osso que obrigatoriamente transportam no bolso do avental e atirá-lo para longe para o canídeo ir buscar, e isto até que o animal se canse ou gana. Esta é também a razão pela qual só existe um prato no menú. É que se trata de um cão muito bem disposto, (ou estúpido), que abana sempre o rabo seja qual for a pessoa ou trato dado. Assim, os empregados passam o tempo a atirar ossos (com uma técnica há muitos anos desenvolvida e importada do Japão, que permite que ninguém repare), sobrando-lhes muito pouco para cozinhar e servir os clientes.
27 Maio 2008 às 15:45O que eles não sabem (o avôzinho tinha uma letra horrível) é que o testamento avisava da desconfiança da possibilidade de o cão sofrer de Parkinson Caudal, a conhecida doença dos cães supostamente bem dispostos!
oh martinha é o teu restaurante favorito em viseu.. lembraste quando comeste um vinagrete da feijoada à brasileira que tinha uma barata?
27 Maio 2008 às 20:20ja me esquecia… ate disseste que não era assim tão má a barata crocante na boca
27 Maio 2008 às 20:22