Mais de um ano depois, volto a chorar com a saudade provocada. Não que não tenha havido momentos tristes, cheios de lágrimas e de saudade pelo meio. Mas hoje, assim, o destino levou-me a reler o que o meu primo havia escrito há vários meses. Invariavelmente o destino levou-me a soltar lágrimas pela intensa narrativa que ele fez. Naturalmente, percebi que não há mal nenhum em chorar mais vezes um vazio tão grande que se há criado.
Choro
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Foi um vazio por todos sentido. Não me atrevo sequer a dizer que compreendo o que em ti ficou. Força primo.
14 Dezembro 2008 às 3:28Aquele abraço