Choro

Mais de um ano depois, volto a chorar com a saudade provocada. Não que não tenha havido momentos tristes, cheios de lágrimas e de saudade pelo meio. Mas hoje, assim, o destino levou-me a reler o que o meu primo havia escrito há vários meses. Invariavelmente o destino levou-me a soltar lágrimas pela intensa narrativa que ele fez. Naturalmente, percebi que não há mal nenhum em chorar mais vezes um vazio tão grande que se há criado.

Um apontamento

  1. Filipe diz:

    Foi um vazio por todos sentido. Não me atrevo sequer a dizer que compreendo o que em ti ficou. Força primo.
    Aquele abraço

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