A conclusão é só uma

Ando desanimado. Eu, que passo o tempo a tentar transmitir aos outros a minha boa disposição ou pelo menos a minha visão positiva das coisas, ando desanimado. Eu, que nos últimos tempos tenho dedicado imenso tempo a uma amiga importante, a tentar ajudá-la e estar presente, ando desanimado. Ando desanimado com variadíssimas coisas. Algumas desanimam-me porque é assim mesmo, mas outras desanimam-me apenas por culpa própria. Enfim… Março está aí à porta e espero conseguir animar um bocado. Animar outros, isso, sempre fez parte da minha agenda diária.
Algures no Messenger digo que há dias em que no meio das tretas habituais, consigo sentir-me bem e ser feliz; e desafio as pessoas que contribuem para isso a reconhecerem-se. Mas o problema disto tudo é que são momentos de felicidade momentânea. De horas, de dias, eventualmente de semanas, mas com muito desânimo pelo meio. Desânimo em momentos chave.

Um apontamento

  1. Ovelhinha mansa... diz:

    Os desânimos são sempre, necessariamente, em momentos chave. Provavelmente é por isso mesmo que são desânimo…
    A questão é não lhes dar demasiada importância senão ocupam demasiado espaço…

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