Fev 21

Há sempre esse perigo. Quando falamos pessoalmente ou quando falamos à distância, há sempre um perigo que pode dar lugar a mal-entendidos, e é por isso que convém pesar muito bem o que dizemos. Mesmo de forma anónima. Porque por vezes há quem se sinta envolvido, pela forma como foi dito, pelo relato das coisas, pelo ar familiar com que a coisa soa. Esse é o perigo, porque podemos ferir pessoas que nos são importantes, simplesmente porque dissemos as coisas de uma maneira que deu lugar a interpretações. Por acaso aconteceu e eu reitero as desculpas a quem de direito.

A sabedoria passa também por ser sábio na maneira como se gere o que transmitimos aos outros. E eu nem sempre sou sábio…

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Fev 21

E compreenda quem puder.

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Fev 21

No final do Verão passado foi combinado entre amigos um fim-de-semana especial para matar saudades e alimentar um ambiente fantástico que se tinha criado meses antes. Estava previsto para Outubro. Foi adiado e passou para a época natalícia. Foi novamente adiado, desta vez por tempo indeterminado. Vários motivos levaram ao adiamento deste fim-de-semana… mas neste momento, só UM motivo me poderia dar novamente a vontade de o realizar. E esse motivo, cada vez o vejo afastar-se mais. Por este andar, o fim-de-semana a realizar em tempo oportuno irá ter baixas de peso. Starting with me.

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Fev 18

Apesar deste blog ser de autor assumidamente desconhecido, há um pequeníssimo grupo de pessoas que sabe quem sou. E já sabia que isto mais cedo ou mais tarde tinha que acontecer… Já tive que começar a justificar-me sobre o que aqui digo. E não quero.

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Fev 17

A cultura, é um bocado como a inteligência, visto que é com isso que julgamos, pensamos sempre que temos quanto baste. Eu penso ser suficientemente culto para ter uma ideia bastante precisa da incomensurável extensão da minha incultura em toda uma quantidade de domínios.

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Fev 17

Será que dois ou três dias sem conversar podem trazer saudades? Quer dizer, já não digo saudades, mas sim motivo e matéria para novos diálogos. Naturais, espontâneos e fluídos… ou o exacto oposto daquilo que por vezes chamamos de ’silêncio constrangedor’. Será que podem? Assim espero.

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Fev 15

Nós somos uns sortudos, ou por assim dizer, à boa maneira tuga, tirámos proveito de tudo quanto é possível. Dois dias de descanso para cinco de trabalho é uma conta demasiado desajustada, é essa a inevitável conclusão a que eu chego. Castigo divino ou cobardia humana? Em boa verdade, devíamos procurar compreender melhor a noção de “tempo” de Deus, quanto mais não seja para reajustarmos esta coisa dos cinco dias de trabalho.

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Fev 15

O lado negativo da vida. Podia, mas não é bem isso que eu pretendo.

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Fev 15

« Quero é que as pessoas compreendam que lançam tanta coisa para cima de mim que um dia eu vou ter que rebentar. »
by myself.

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Fev 15

Se calhar o que eu preciso é de ser mais frio. Frio de carácter, entendem? Dizer não mesmo quando é pedido por alguém querido. Virar costas mesmo quando é preciso apoio. Bater firmemente o pé quando as coisas pendem demasiado para o lado. Até mesmo ser honesto quando é mais fácil e mais cómodo ser hipócrita e cordeirinho. Se calhar, preciso de me calar em momentos cruciais. Se calhar preciso de… abandonar as pessoas à sua sorte e preocupar-me comigo próprio.

Se essa for a solução para deixar de vez de ser transparente, então se calhar é mesmo preciso.

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